domingo, 29 de abril de 2012

Exercício 4 - Corte - Etapa 4.3

 Nesta etapa do trabalho, o objetivo era promover a comparação entre croqui (este devidamente ajustado de acordo com as sombras obtidas iluminação da maquete) e maquete em si. No meu caso, o resultado foi bastante semelhante ao esperado (ver etapa 4.1). Realizei apenas alguns ajustes no desenho e tirei novamente as fotos, para facilitar o entendimento.

Maquete com iluminação zenital.

Croqui da maquete com o corte.
Executei algumas fotos de "closes" de cada pavimento. Deste modo, pode-se ver a incidência luminosa com mais facilidade.

terceiro piso

segundo piso

primeiro piso
obtenção de iluminação exclusivamente zenital






sábado, 28 de abril de 2012

Exercício 5 - Sistema Construtivo

Nesta etapa do trabalho, foi pedida a construção de um sistema de vigas e pilares para a representação de uma estrutura em forma de paralelepípedo, composta de (esquematicamente falando) seis cubos que mantêm uma lógica construtiva. para a elaboração deste exercício, foi utilizado papelão hurley na espessura de 1mm. 

Para obter a forma desejada, foi necessária a elaboração de 29 estruturas em "I" (12 pilares e 17 vigas), compostos, cada um, a partir de 3 faixas de papelão, sendo cada uma de 10mm x 85mm. Além das estruturas "I"s, foi necessária a construção de 12 vigas em "C". Estas, por sua vez, foram elaboradas, cada uma, a partir de uma faixa de papelão em 15mm x 85mm. Utilizando sutilmente o estilete, estas faixas foram levemente vincadas para serem dobradas no formato do C (na verdade a forma obtida foi semelhante a forma do caractere "["). Cada "lado" do C possui 4 mm (seriam 5mm, porém perde-se 1mm no vinco).

Após a elaboração de cada peça, vamos à montagem. Seguindo um mapa disponibilizado pelas professoras, e tendo como exemplo a maquete construída pelo monitor da disciplina, Waldo, a estrutura foi montada na forma que pode ser visualizada nas imagens a seguir. Futuramente, alguns lados serão "cobertos", trabalhando com a ideia de fundos e preenchimentos.

Sistema Construtivo

Detalhe de uma das quinas centrais do sistema.

Calungas representando um casal humano em meio às vigas.

sábado, 21 de abril de 2012

Exercício 4 - Corte - Caixa

A partir dos croquis realizados anteriormente, foi proposta a construção da representação real de um dos desenhos. Escolhi o de número 3, por achar que a incidência de luz nas aberturas projetadas por mim criaria efeitos luminosos bem interessantes.


A minha caixa representa um ambiente de três pavimentos. Entre o segundo e o terceiro piso, há um átrio central. O corte da caixa passa bem no meio do átrio. Já entre o primeiro e o segundo pavimento, há apenas um pequeno vão, para a passagem da escada. No teto do terceiro andar, há uma abertura zenital.

Quanto à incidência da luz, o efeito obtido foi bem satisfatório em relação às minas expectativas. A luz entra exclusivamente pelo vão no zênite. O terceiro andar é o com iluminação mais bem distribuída, já que recebe toda a luz que entra no ambiente. No segundo andar, há um contraste um pouco maior do que no terceiro. A luz passa por duas "barreiras" para chegar no ambiente, não conseguindo ser distribuída por toda a área. O primeiro pavimento é, pra mim, o caso mais interessante. A pouca luz que consegue chegar ao local é projetada apenas na área logo abaixo do vão. Um foco luminoso bem pequeno, quase não havendo distribuição da luz.


Exercício 3 - Caixa de Luz. etapa 3.1 (REFEITO)

Durante as outras etapas do exercício 3 (CAIXA DE LUZ), eu preferi utilizar a caixa de maneira "horizontal", de modo que, do ponto de vista do observador, ela era mais larga do que alta.

A proposta desta fase do trabalho era a inversão desta proporção. Então, virei a caixa para a percepção de mudanças tanto estruturais (o quão amplo está o ambiente) quanto em relação às entradas de luz.

Quanto à estrutura do ambiente, observa-se agora um ambiente que dá a impressão de ser mais profundo. O pé direito mais alto, juntamente com a estrutura mais estreita, criam um efeito de profundidade na caixa. Fora que, com a ampliação da altura do ambiente, cria-se toda uma ampliação da estrutura. O calunga parece ser relativamente menor do que quando a caixa estava na outra posição (fazer comparação utilizando as outras etapas do exercício 3).

Em relação à luz, podemos notar que a grande janela existente nas outras etapas, nesta passa a ser uma abertura zenital. Assim como os cortes zenitais tornam-se laterais. Na primeira fotografia, a luz incide no zênite. Já na segunda, a iluminação está em um dos lados da caixa. Ao passar pelas gelatinas presentes na parede, a luz projeta suas "marcações" na parede oposta. Isso pode ser feito propositalmente, para destacar a visualização de um possível objeto presente nessa parede.

Exercício 3 - Caixa de Luz. etapa 3.3 (REFEITO)

Primeiramente utilizei uma calunga originária do brinquedo LEGO. Com essa "estatura", o ambiente é traduzido em um local com o pé direito levemente alto. Pode tranquilamente retratar uma sala de uma casa. Ao lado do calunga, visualizamos um móvel, como um banco ou sofá.
Para uma segunda fotografia, a calunga utilizada foi feita a partir de um alfinete. É uma representação da figura humana em proporções bem menores que o lego. Agora o ambiente possui um pé direito realmente muito elevado. A estrutura ao fundo não representa mais um simples móvel. Nesta imagem, temos, provavelmente, um objeto sendo exposto em um grande salão, ou, até mesmo, um altar representado em um templo religioso.


domingo, 15 de abril de 2012

Exercício 4 - Corte - Croquis

Dando início ao exercício de cortes, elaboramos croquis das futuras caixas de sapato que representarão um corte em uma estrutura. A incidência de luz no interior do objeto era pra ser levado em consideração.
Seguem abaixo algumas imagens que ajudam a entender alguns croquis.








Exercício 3 - Espaço e Luz - Outra Caixa

Resolvi fazer outra caixa para explorar algo que não fiz na anterior. Realizei diversos cortes, em todas as fazes da caixa. O resultado foi uma confusão de faixas de luz. Na verdade, achei bem interessante.


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Exercicio 2 - Lego - Etapa 3 (REFEITO)

Utilizando as formas construídas na etapa anterior, peguei uma peça "de base" para construir uma cobertura. Numa primeira tentativa, utilizei a peça de um modo descentralizado. Na minha opinião, ficou parecendo uma marquise, dando a impressão que a escala do objeto mudou. O que antes era um edifício, agora pode ser uma simples guarita. Pode-se notar que esta marquise está, de certa forma, instável. a leveza da base da peça se perde no topo.

Nota-se que há uma certa tensão na construção. A posição descentralizada da cobertura cria uma área vazia embaixo. Esse vazio é tenso, instável. O objeto vazado que envolve a coluna também possui tensões, considerando-se que sua estrutura está "desconstruída. Os vazios (buracos) e as "pontas" para fora criam um efeito tensor.


Numa segunda tentativa, utilizei quatro quadrados como uma grande cobertura. Continua dando a ideia de uma torre, mas agora pode-se interpretar que há um heliponto na cobertura. na minha opinião, esta estrutura é mais instável que a anterior, pois a distribuição é mais centralizada.

Quanto à cobertura, a tensão diminuiu. a centralização da peça trouxe uma certa estabilidade. Onde a houve um aumento de tensão foi na relação entre objeto vazado e coluna. Levando o objeto para o topo da estrutura, há um aumento da instabilidade.

Exercicio 2 - Lego - Etapa 4 (REFEITO)


Na última etapa do trabalho com lego, o objetivo era a reprodução de algum prédio onde houvesse tensões externas/internas. Usei como base o prédio do MASP (museu de arte de São Paulo). Tentei representar nas cores reais, respeitando as proporções. Na minha opinião, é uma obra bem instável. Há um peso eminente, dando a impressão que a estrutura irá se separar da base de sustentação. Mas enfim, é uma obre conhecida internacionalmente, além de suas dependências (principalmente o "vão") serem usadas para constantes movimentações (ex: feiras e manifestações populares).